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25 Jun 2019

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

João Galamba
Nova política de prioridade ao emprego contrasta com legado da direita
AUTOR

Rui Solano de Almeida

DATA

07.01.2016

FOTOGRAFIA

Jorge Ferreira

Nova política de prioridade ao emprego contrasta com legado da direita

O PS acusou ontem no Parlamento o anterior Governo de ter deixado ao país um legado de enorme destruição no emprego e de partidarização da administração pública. Um legado, segundo o deputado João Galamba, que devia fazer “corar de vergonha” os partidos de direita.

 

Reagindo à intervenção do parlamentar do PSD Hugo Soares sobre as nomeações do atual Executivo, João Galamba aconselhou o deputado social-democrata a não envergar as vestes de “virgem”, lembrando a herança deixada pela direita em matéria de nomeações para as funções do Estado, algo que, na opinião do socialista, devia fazer “corar de vergonha” tanto o PSD como o CDS.

Referindo-se à recente mudança na liderança do IEFP e às restantes exonerações efetuadas no Instituto de Emprego e Formação Profissional, João Galamba justificou o “varrimento” com a necessidade de se avançar com novas políticas, recordando que o legado deixado pelo anterior Governo, “neste e noutros sectores” onde predominou uma “enorme partidarização da administração pública”, não primou pela subida do emprego e pela queda no desemprego, como de “forma propagandística” a direita propagou, mas exatamente ao contrário, com uma “enorme destruição de emprego”.

Se há uma caraterística maior no mercado de trabalho dos últimos quatro anos e meio, defendeu o deputado socialista, é a política conduzida pelo IEFP com o aumento da precarização e algum “malabarismo estatístico” para “conveniência do PSD e do CDS”.

Essa política “acabou”, disse o deputado do PS, garantindo que o Governo socialista, com o “apoio dos partidos à sua esquerda” vai dar prioridade ao emprego de qualidade, aos salários e ao combate à precarização, sugerindo ao deputado da direita que compreendesse a razão por que é que a equipa que foi responsável por uma “enorme destruição de emprego” não fosse agora reconduzida.

AUTOR

Rui Solano de Almeida

DATA

07.01.2016

Capa Edição Papel
 
EDIÇÃO Nº1413
Maio 2019