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22 Maio 2019

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

EDUCAÇÃO
Taxa de abandono escolar é a mais baixa de sempre
AUTOR

João Quintas

DATA

06.02.2019

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Taxa de abandono escolar é a mais baixa de sempre

A taxa de abandono escolar alcançou em 2018 o mínimo histórico. O Governo salienta o contributo das medidas educativas para este resultado.

 

Os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que o abandono escolar alcançou, em 2018, ao fixar-se em 11,8%, quando em 2017 tinha sido de 12,6%.

O Governo congratula-se com esta nova descida, visto que o abandono escolar precoce constitui “uma das grandes vulnerabilidades do sistema educativo português, com impactos profundos no crescimento económico e na igualdade de oportunidades”, revela uma nota do Ministério da Educação.

A redução do abandono escolar foi assumida como um dos principais objetivos do Governo para a atual legislatura. O Governo saúda “todos os que trabalham diariamente nas escolas, comprometidos com o desígnio de construção de uma escola inclusiva, que garante acesso à educação e ao sucesso educativo”.

Porém, não obstante este resultado, “enquanto houver jovens que abandonam a escolaridade obrigatória, este trabalho não está concluído”, afirma a mesma nota.

Nesse sentido, importa consolidar as medidas que têm vindo a ser implementadas no âmbito da política educativa em curso, nomeadamente:

  • O Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, com o envolvimento dos agrupamentos de escolas e autarquias, centrado no trabalho em sala de aula e na deteção precoce de dificuldades;
  • O Apoio Tutorial Específico, para os alunos em situação de insucesso e em risco de abandono, potenciando o desenvolvimento de competências sociais e emocionais;
  • A construção de uma escola inclusiva, com medidas de apoio contextualizadas e adaptadas às necessidades específicas de cada um;
  • A Valorização de todas as vias e modalidades no ensino secundário, com reforço do ensino profissional e permeabilidade entre cursos e percursos;
  • A autonomia e flexibilidade das escolas, na prossecução das melhores estratégias para garantir as aprendizagens de todos os alunos;
  • O apoio ao trabalho dos psicólogos escolares para melhoria dos instrumentos de orientação vocacional;
  • A valorização da cidadania, da arte e da educação física enquanto instrumentos para a formação integral dos alunos.
AUTOR

João Quintas

DATA

06.02.2019

Capa Edição Papel
 
EDIÇÃO Nº1413
Maio 2019