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18 Out 2019

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

20 anos de Património Mundial
Criar novos públicos para dar continuidade à divulgação da Arte do Côa
AUTOR

Partido Socialista

DATA

18.12.2018

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Criar novos públicos para dar continuidade à divulgação da Arte do Côa

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, defendeu em Vila Nova de Foz Côa, distrito da Guarda, que é preciso atrair novos públicos e cada vez mais jovens para a divulgação da arte rupestre do vale do Côa.

 

“É fundamental criar novos públicos em todas as artes, sendo para isso importante trabalhar com as escolas, com as autarquias e com as associações locais para que consigamos que uma criança que tenha hoje sete ou oito anos leve algumas coisas das exposições ou de outras manifestações culturais como a que decorre no Museu do Côa”, disse a governante, à margem da inauguração da exposição “20 anos - Vale do Côa Património Mundial”, que estará patente até 19 março.

A exposição recorre a diferentes suportes de memória, apresentando a história da descoberta, luta pela preservação e classificação UNESCO da Arte do Côa, que esteve na origem de uma mudança de paradigma na gestão, salvaguarda e fruição do Património.

Na presença do presidente da fundação Côa Parque, Bruno J. Navarro, e da deputada Edite Estrela, em representação da Comissão Parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, entre muitos outros convidados, Graça Fonseca realçou, ainda, a importância da atribuição do prémio atribuído pela Rede Ibermuseus ao programa pedagógico “O Côa na Escola”, uma iniciativa que contou com candidaturas de 192 projetos educativos oriundos do espaço iberoamericano.

“O trabalho que aqui é feito na área da educação é, para nós, uma das apostas estratégicas do Governo a instituições como a Fundação Côa Parque. Ao trabalhar com novos públicos, são eles que, no futuro, vão garantir mais 20 anos de continuidade do Museu e do Parque Arqueológico do Vale do Côa”, vincou a responsável pela pasta da Cultura.

“Isto significa que há neste espaço uma riqueza, que hoje é visível, e que provavelmente, daqui a 20 anos, quando voltarmos e que celebrarmos os 40 anos do reconhecimento pela UNESCO, do património do Côa, vamos certamente encontrar uma extensão de gravuras muito maior, que a de agora”, frisou Graça Fonseca, assinalando que foi possível fazer uma estabilização financeira da Fundação Côa Parque, depois de uma situação complicada vivida em 2015.

“Em 2016 foi feita uma estabilização financeira para garantir uma perspetiva de futuro para este património cultural que é de todos nós”, concretizou a governante.

 

 

AUTOR

Partido Socialista

DATA

18.12.2018

Capa Edição Papel
 
EDIÇÃO Nº1414
Agosto 2019