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22 Maio 2019

| diretora: Edite Estrela

EDIÇÃO DIGITAL DIÁRIA DO ÓRGÃO OFICIAL INFORMATIVO DO PARTIDO SOCIALISTA

Carlos César
PS apela ao maior consenso possível na lei de bases da saúde
AUTOR

Catarina Correia

DATA

24.01.2019

FOTOGRAFIA

jorge ferreira

PS apela ao maior consenso possível na lei de bases da saúde

O líder parlamentar do PS defendeu hoje que a proposta do Governo e os projetos dos partidos sobre a lei de bases da saúde devem baixar diretamente a especialidade, sem votação na generalidade.

 

Carlos César, que falava no final da reunião semanal do Grupo Parlamentar do PS, explicou que o entendimento do partido “sobre iniciativas de expressivo relevo como as leis de bases da saúde é que deve ser procurado o maior consenso possível no âmbito parlamentar”.

Na próxima sexta-feira, na fase do processo de debate na generalidade, “o Partido Socialista julga que seria mais adequado que todas as iniciativas dos diversos partidos baixem a comissão sem votação”, sublinhou.

“O objetivo é articular as melhores soluções em sede de especialidade, permitindo que essa lei recolha o maior apoio possível”, frisou o presidente da bancada socialista.

 

Só eleições livres podem acabar com conflitos na Venezuela

O também presidente do PS condenou a “evolução política que tem sido liderada pelo atual Governo” na Venezuela. “A situação da Venezuela é, desde há muito, anormal”, considerou, reforçando que o PS é “um partido que defende a democracia, o Estado de direito, os direitos humanos, as liberdades públicas” tanto em Portugal, como em qualquer outro país.

Para o socialista é “absolutamente necessário que ocorram eleições livres que possam repor a normalidade e a democracia no país, e que possam permitir um caminho de recuperação e não um prosseguimento deste percurso que é marcado pelo caos”.

“A degradação a que estamos a assistir no caso venezuelano só tem dois desfechos: um absolutamente indesejável de violência, de guerra civil; o outro que é da tomada de consciência que os interesses das pessoas estão em primeiro lugar e a expressão livre no plano eleitoral é a única forma de dirimir esses conflitos”, defendeu.

Carlos César é da opinião de que Portugal, sendo membro da União Europeia, “deve assumir coletivamente as responsabilidades que a União Europeia determinar em relação a esse processo”.

O presidente da bancada do PS falou ainda sobre a comunidade portuguesa residente naquele país: “Felizmente não há notícias de situações excecionais ou extremas no que toca aos portugueses ali residentes, mas as nossas preocupações são grandes e as atenções, em conjugação com as representações de outros países, para a defesa da nossa comunidade estão a ser máximas por parte do Ministério dos Negócios Estrangeiros”.

AUTOR

Catarina Correia

DATA

24.01.2019

Capa Edição Papel
 
EDIÇÃO Nº1413
Maio 2019